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Está aqui, ali... Em todo lugar. Quando eu menos espero, me toma por inteira. Surge. Vívido. E me tira o sono, me tira a paz...
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segunda-feira, 25 de agosto de 2008
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Volátil
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(Não) Ter o que (não) se pode, quando se pode ter o que se quer.
Quero dar tudo que a mim pertence e satisfazer o bem querer...
Mas qual é a ética do desejo, se o desejo não tem objeto?
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(Não) Ter o que (não) se pode, quando se pode ter o que se quer.
Quero dar tudo que a mim pertence e satisfazer o bem querer...
Mas qual é a ética do desejo, se o desejo não tem objeto?
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segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Sonhos
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Um conjunto de devaneios na minha mente. Assim, sinto saudade dos dias perfeitos que virão. Dos amores impossíveis. Do tempo que perco fazendo nada para fazer tudo. Do tempo que faz parte. É a construção do futuro que eu queria estar a partir da desconstrução do presente que estou. Eu não me vejo no futuro que passou, mas no que ainda está por vir. O futuro antigo é diferente do futuro escolhido, já que o passado tornou ao presente. Assim, o futuro não tem a autonomia de futuro, visto que é vivido no sonho de hoje. O futuro é o que o passado já sabe... Logo, o passado que é uma incógnita, não o futuro.
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Um conjunto de devaneios na minha mente. Assim, sinto saudade dos dias perfeitos que virão. Dos amores impossíveis. Do tempo que perco fazendo nada para fazer tudo. Do tempo que faz parte. É a construção do futuro que eu queria estar a partir da desconstrução do presente que estou. Eu não me vejo no futuro que passou, mas no que ainda está por vir. O futuro antigo é diferente do futuro escolhido, já que o passado tornou ao presente. Assim, o futuro não tem a autonomia de futuro, visto que é vivido no sonho de hoje. O futuro é o que o passado já sabe... Logo, o passado que é uma incógnita, não o futuro.
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terça-feira, 5 de agosto de 2008
Espelho
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Angústia
Um nó lá dentro
Uma coisa que parece confusa
É facilmente compreensível
Dá pra sentir
Ousadia
Dá pra sentir
É facilmente compreensível
Uma coisa que parece confusa
Um nó lá dentro
Angústia
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Angústia
Um nó lá dentro
Uma coisa que parece confusa
É facilmente compreensível
Dá pra sentir
Ousadia
Dá pra sentir
É facilmente compreensível
Uma coisa que parece confusa
Um nó lá dentro
Angústia
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domingo, 3 de agosto de 2008
Afinidade
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Não consigo descrever a afinidade. Só sei sentir... E é raro sentir afinidade, aquela afinidade etérea. Afinidade é uma sensação que une pessoas. Mas, não se reduz a gostar das mesmas coisas. Isso porque afinidade não pertence a alguém. Não é para ou de. Afinidade é com alguém... É partícipe. Sozinho, não há como ter afinidade.
Afinidade é uma empatia generosa de alma e de pele, é uma coisa de atração. É um sentir-se bem de todo modo, quase. É uma compreensão nata, que não precisa explicar. É um olhar que fala tudo. É um pensar que identifica. É um saber íntimo do outro, que chega a ser agressivo na ausência de privacidade. Não há como evitar, não há... justo porque é vinculada aos instintos. É um penetrar espontâneo e instantâneo que, até pode ficar adormecido em algum momento da vida, mas mesmo que o tempo passe, nunca acaba.
Afinidade é uma empatia generosa de alma e de pele, é uma coisa de atração. É um sentir-se bem de todo modo, quase. É uma compreensão nata, que não precisa explicar. É um olhar que fala tudo. É um pensar que identifica. É um saber íntimo do outro, que chega a ser agressivo na ausência de privacidade. Não há como evitar, não há... justo porque é vinculada aos instintos. É um penetrar espontâneo e instantâneo que, até pode ficar adormecido em algum momento da vida, mas mesmo que o tempo passe, nunca acaba.
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